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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Eu Recomendo: Zombieland

Olá estimados leitores, vamos a um post bem esclarecedor sobre a vida pessoal de Ravel. Não, perdão, confundi os assuntos, isso é apenas pro final de ano e será escrito pelo próprio Ravel. :D
O que temos para hoje é uma recomendação de filme, aproveitando a onda de zumbis com a chegada da nova temporada de The Walking Dead. Esse sensacional filme que quero apresentar é Zombieland.
Zombieland é pra ser uma espécie de manual de sobrevivência ao apocalipse zumbi, já que apresenta diversas regrinhas para se dar bem nessa catástrofe. Mas também conta a história de pessoas tentando sobreviver e ainda tem ação, humor e garotas bonitas. Ou seja, ele tem tudo que se espera de um filme de zumbi.
Zombieland é conhecido por ter a maior quota de idéias estúpidas cometidas por personagens num apocalipse zumbi, não darei SPOILERS, apenas espero que assistam e vejam que eu tinha razão. Mesmo você se remoendo com a inteligência abaixo da média dos personagens, o filme é muito bom, não é tempo perdido (como dizia o renato russo) e por mais que você tente encontrar defeitos, que não são muitos, ainda assim o filme vai lhe arrancar boas risadas. Minha nota para esse filme é 8,5 e é diversão garantida para toda a família.
PS.: se você assistiu/gosta/lembra de caça-fantasmas, você tem uma razão a mais para ver esse filme.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

CdFCast 17: Os Mortos Errantes



Olá bonitos! Hoje não é dia de Avenida Brasil, é dia de ZUMBI!!! A galerinha mais irada do pedaço composta por Ikari, Nappa, Bia e Momo vão discutir uma das histórias de apocalipse zumbi mais comentada atualmente: The Walking Dead!
Prepare-se para uma jornada de miolos, terror e muitas piadas idiotas em 68 minutos de pura diversão familiar (ou não).


 DOWNLOAD DO ARQUIVO (clique com o botão direito em "Salvar Link Como")

Links:

Treinamento zumbi para crianças no Japão
Zumbis românticos?
T-Dog resistindo bravamente
Scumbag Shane
Todas as habilidades maternas da Lori
Chuck Norris zumbi

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sábado, 13 de outubro de 2012

Dragon Ball Z Rises

Olá, como diz o ditado: "depois da tempestade vem a calmaria". Após ter dado aquela péssima notícia gostaria de fazer o contrário agora (e vou fazer). Li faz umas semanas que em 2013 teremos novo filme de Dragon Ball, filme que vai fazer parte da história principal e será supervisionado de perto por Akira Toriyama.

Tem chance de acabar em merda? Tem! Maaas, tem mais chance de não fugir da coerência do DBZ. É só um filme, não significa que ele vá continuar muito mais, com sagas e mais sagas, porém vai dar uma ressucitada nos fãs. E o Akira Toriyama coordenando acho que não tem perigo de virar algo como foi o Dragon Ball GT por exemplo. Se bem que não sei se nosso bom amigo Toriyama anda gagá ou não. Vou esperar que não.

A data prevista para o lançamento é 30/03/2013 (não sei se será mundial), mas se aparecer nos cinemas aqui em qualquer data, essa ou posterior, eu tou junto.

PS.: lembrei que se eu adicionar as palavras calcinha pelada e transa com animais as vezes um cara pode entrar aqui pela pesquisa do google sem querer e ver esse post. ~via @NãoSalvo

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

CdFCast 16: A guerra do troninho



Olá, jovens! E hoje é dia de CdFCast, e vamos chutar o pau da barraca, ou da Muralha, e falar sobre a série de fantasia medieval mais popular da atualidade: Game of Thrones!
A aclamada guerra pelo poder em Westeros faz com que Tiago Ikari, Bia Sayo e Bruno Katabrok discutam sobre as tramas de traição, putaria e fantasia criadas por George R.R. Martin. Quais são as famílias favoritas? Quando a Cersei ainda vai morrer? É negócio ser a Mão do Rei? Por que Martin mata todo mundo(ok, essa a gente não responde)?


DOWNLOAD DO ARQUIVO (clique com o botão direito em "Salvar Link Como")

Links:


Game of Thrones 16 bits
Khal Drogo antes da fama (mas ainda com lápis de olho)
J.K. Rowling vs George R.R. Martin
Nunca deixe o Martin lhe apresentar uma garota legal
Morrer ou não com honra, eis a questão
Crianças Stark cantando o tema do seriado
Tema do seriado cantado por um gato


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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

CdFCast 14: The Dark Knight Rises



Bom dia, jovens! Depois de muito tempo, tempo suficiente para vocês saberem todos os spoilers do filme, vamos falar sobre o último filme da trilogia do Nolan: Batman-The Dark Knight Rises.
Na mesa dessa budega hoje temos Ikari, Bia e Nappa_ falando suas impressões sobre o filme do morcegão, o que agradou e aquilo que não passa.

DOWNLOAD DO ARQUIVO (aperte com o botão direito em Salvar Link Como)

Links comentados:
Como TDKR deveria ter terminado
Deckand Cain passando trote!


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Ah, lembrando que essa semana(07 e 08/09) temos o 6º HQPB, e nele o 2º Encontro do Skynerd! Nós estaremos lá! Até a próxima pessoal!

domingo, 5 de agosto de 2012

Batman: The Dark Knight Rises, por Tiago Ikari

Antes de mais nada, gostaria de pedir desculpas aos senhores(as) por não trazermos o cdfcast14, que como vocês já deviam saber, seria sobre Batman The Dark Knight Rises. O motivo é bem simples e egoísta: eu precisava assistir o filme novamente.



Como muitos de vocês sabem, eu sou um fã de Batman. Apesar de fazer anos que não leio novas histórias do Homem Morcego, sempre gostei bastante do personagem. Quando foi iniciado essa nova franquia trazida pelo incrível Christopher Nolan, fiquei mais pirado ainda. Adoro os filmes do cara, porque ele consegue mesclar fantasia e realidade como poucos diretores no ramo. Apesar de alguns deslizes durante os filmes do Batman, ele convence você que certas coisas, por mais incríveis que pareçam, são possíveis. 

Portanto, através dessa nova abordagem nos filmes do Batman, eu pude vivenciar o que é, de maneira diferente, aquele sentimento de que por mais que eu esteja assistindo um filme, sinta como se estivesse lendo uma hq, onde tudo é possível e imaginável, e estamos muito bem com isso, obrigado.

Estou divagando muito: Eu precisei reassistir Batman TDRK, por alguns motivos muito bestas, mas que me fizeram ter a sensação que para realmente falar alguma coisa com lógica sobre o filme, eu precisaria assisti-lo de novo. Primeiramente, no dia em que fui a estréia, estava cansado, com sono e um pouco estressado. Para completar a felicidade, a minha sessão(última daquela sexta), começou atrasando UMA HORA. Depois, o filme passou mais de 25 minutos DESFOCADO. Como se isso fosse pouco, quando finalmente ajeitaram a merda do foco, o filme começou a ter uma mudança a cada 3 segundos de iluminação(hora estava com a tela clara demais, hora estava escura demais). E para fechar com chave de bosta, como se todas essas desgraças não fossem suficientes, DESLIGARAM A MERDA DO AR-CONDICIONADO DO CINEMA! Sério, sem palavras para o desconforto que foi essa sessão...

Segundo, e acho que um dos mais sérios motivos, a ansiedade por assistir esse filme realmente foi um fator negativo. Assisti todos os trailers, acompanhava cada notícia que saía em blogs especializados, lia spoilers que apareciam na internet... Eu vivi a espectativa desse filme como nenhum outro(nem em LoTR:Return of the King) já tinha feito comigo. Eu esperava tanto, eu imaginava tanta coisa que a experiência de assistir esse filme acabou se transformando em um monstro completo. E quando eu finalmente encarei esse monstro, eu me dei conta que não me senti satisfeito. Achava que faltava algo, mesmo não sabendo o que era. A maldita ansiedade por esse filme me fez não apreciar da maneira correta a experiência que é assistir TDKR.

Então, com essas coisas na cabeça, eu decidi assistir mais uma vez e, inteirado do que aconteceria e como esse filme interagia com os antecessores, fui com uma alma e uma cabeça mais livre para a sala de cinema(em uma outra rede de cinemas, com qualidades de som e imagens superiores).
The Dark Knight Rises não é o melhor filme da franquia do Nolan. Ponto final para mim. Mas não significa que ele seja ruim. Ao contrário, ele mantem as características boas dos demais filmes e ainda se supera em alguns pontos fracos dos anteriores. Entretanto, ele não é um The Dark Knight. Não temos reviravoltas tão impactantes como no TDK. O grande problema desse filme é justamente ter vindo após O Cavaleiro das Trevas. Ao meu ver, nada que pudesse vir após TDK podia ser mais poderoso do que ele. Infelizmente, Nolan não conseguiu se superar, mas isso não significa que o filme é ruim.

Em TDKR, os personagens nos são apresentados de uma maneira muito mais trabalhada(algo natural, já que a grande maioria já nos foi bem apresentada nos anteriores), e o papel dos atores está muito mais fantástico. Todos os personagens conhecidos estão em um nível tão bom que é impossível você não perceber essa profundidade de personalidade que cada um tem.


Ao meu ver, os maiores destaques vão para Alfred e Bruce. Apesar de ter bem menos cenas do que nos filmes anteriores, Alfred rouba completamente a cena cada vez que aparece. Eu digo TODAS as cenas. Se Michael Cane não for indicado ao Oscar por esse filme, seria uma das maiores injustiças já cometidas por Hollywood. E é nesse filme que finalmente somos agraciados com uma fantástica interpretação de Bruce Wayne. Ele é tão humano, tão cheio de falhas, tão único, que é impossível você não acreditar que o Christian Bale não é o Bruce. Engraçado que novamente não temos um filme do Batman(o personagem), e sim do seu alter-ego. O Batman nesse filme é um coadjuvante do Bruce. E isso foi uma das sacadas de mestre do Nolan.

Vemos um Bruce Wayne amargurado, arrogante e convencido do próprio ego, que está tão inflado que não o deixa perceber suas próprias limitações. Esse Bruce congelou no tempo e acredita que mesmo após 8 anos sem treinar, tudo que ele precisa para voltar a ser o Batman é recolocar a fantasia. É aí que relembro da cena do Batman Begins, quando Alfred conversa com Bruce sobre conhecer os próprios limites, e o arrogante Bruce diz que o Batman não tem limites. Mas está lá o Alfred para lembra-lo que Bruce os tem. Nada conseguiu me convencer mais do que aquele personagem poderia ser alguem de carne e osso. Alguém preso ao passado, as glórias antigas, tudo em nome do próprio umbigo. Eu mesmo já tive essa sensação, que poderia fazer coisas incríveis porque há 6 ou 7 anos atrás eu conseguia. Nada como a realidade(essa vadia sem pena) para nos lembrar que tudo isso não passa do nosso ego inflado gritando como uma criança birrenta que quer um briquedo.

Alfred nesse filme é finalmente agraciado com a melhor e mais emocionante cena do filme: sua conversa com o Bruce(e o sentimentalismo por ter criado o rapaz) e sua despedida. É emocionante, tocante e feito de uma maneira que não parece forçado ou piegas. Sem sombra de dúvidas, o melhor personagem do filme. Pena que sua participação em quantidade de cenas é pouco, mas é melhor que fosse assim, já que ele com certeza transformaria esse filme em um filme do Alfred caso aparecesse mais.



A Mulher Gato(que hora nenhuma do filme é chamada assim) está fantástica. Anne Hathaway está ótima no filme. Linda, divertida, esperta. Adorei ainda mais que seu relacionamento com a amiga, me lembra muito aquele arco que a Mulher Gato meio que adota a Arlequina como sua protegida. Tirando a cena com o Bane(que não farei grandes spoilers), todo o resto me agradou muito. Não acho que apague a interpretação da Michelle Pfeiffer, mas com certeza será marcante.

Jim Gordon está soberbo. É possível sentir na pele do personagem o peso que a mentira que ele e o Batman inventaram sobre seus ombros. Apesar de ter um grande erro para mim no filme(que novamente não direi), ele continua sendo aquele Comissário Gordon que esperamos. Falar de Gary Oldman é chover no molhado,correto?

Lucius Fox tem um papel bem menos importante do que nos outros filmes, mas ainda assim é interpretado de maneira fantástica pelo Morgan Freeman.

Joseph Gordon-Levitt está muito bem no papel de policial inocente e determinado. Apesar de achar que teve muito destaque(o que se prova necessário para a conclusão do filme), a atuação dele é ótima e o seu personagem é contruído de maneira com que você aceite ele bem. Apesar de ver pessoas reclamando da sua super lógica(sem spoilers, novamente), eu não vejo como uma pessoa normal, ainda mais um policial, não teria ligados os pontos.


Para encerrar, o vilão da história: Bane. Começo dizendo que se você está esperando alguém mais carimático do que o Coringa no filme, você irá se decepcionar. Mas isso não tira o mérito geral do personagem do Tom Hardy(quase que irreconhecível no filme), apenas entre no cinema e veja como o personagem é apresentado. Alguém forte, tanto fisicamente quanto na presença de cena que possui. Adorei a forma como a origem do personagem e o ressurgimento da Liga das Sombras(apesar de não gostar de determinados pedaços que não falarei hoje) foi apresentado. Uma pena o desfeixo final do personagem. Merecia um tratamento melhor. Um dos pontos que mais chamei atenção aos meus amigos foi como o Tom Hardy pareceu gigante, mesmo que eles tenham o chamado de gordo. Para mim, o que foi buscado não foi um adversário halterofilista, e sim alguém com presença monstruosa. Ponto para o Bane.

Infelizmente, em um filme de ótimos personagens, fiquei muito decepcionado com a personagem da Miranda(Marion Coltillard). Sem graça, sem sal, sem esforço. Tive uma longa discussão ontem com Nappa e minha senhora sobre a interpretação dela. Em todos os momentos, achei ela no automático. E nos momentos em que foi exigida uma interpretação maior, uma decepção ainda pior. DCepcionante(com direito a piadas internas para os leitores da DC), ainda mais para o que ela representava e prometia.



Eu ainda falaria sobre a trama do filme, mas esse texto já está tão grande, e o objetivo dele já se perdeu há muitas linhas atrás. Tudo o que eu queria dizer é: que bom que finalmente vimos um filme onde um Batman e um Bruce Wayne são pessoas críveis, seres fantasiosos que nos parecem tão reais. Parabéns ao Nolan que, por mais que diga que não é um fã de quadrinhos, deu aos fãs das hqs diversos presentes nas referências que fez. Fechou muito bem a trilogia que construiu, apagando de vez nos cinemas a impressão errada que Joel Schumacher deixou.

O filme não é perfeito, mas vamos falar disso no CdFCast 14, sobre The Dark Knight Rises. Por enquanto, recomendo que aqueles que ainda não assistiram corram para o cinema mais próximo, e aqueles que já viram e pretendem ver de novo, que procurem mais elementos maravilhosos desse filme.

Até a próxima.

domingo, 20 de maio de 2012

CdFCast 11: Diablo


 Salve jovens!
 Junte-se ao pessoal do CDFCast, Ravel O Holland, Fábio Nappa, Bruno Katabrok e Marcelo Durlac, nesse episódio sobre os jogos de uma das linhas mais populares da Blizzard: Diablo.
 Conheça a história dos primeiros jogos, as classes, qual eram os problemas, qualidades, descubra quais os vilões que vão voltar voltaram na terceira edição do jogo e veja quais são as expectativas dos convidados para Diablo 3 que até o momento da gravação não tinha sido jogado por nenhum deles.




 
Link pra download direto aqui 



Comentado no episódio:

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sexta-feira, 27 de abril de 2012

CdFCast 9: Os vingativos vingados Vingadores


Bom dia Jovens!
No podcast dessa semana, Tiago Ikari, Ravel Holland, Fabio Nappa_ e a musa do podcast, Bia Herthel.
E como vocês já devem saber, finalmente o filme dos Vingadores estreou, e é claro que não deixariamos passar batido esse que já é considerado O MELHOR filme de super-heróis já feito. Mas, como ainda não assistimos (ou não queremos dar spoilers para vocês), vamos falar um pouco sobre aqueles que serviram de prelúdio: os dois filmes do Roberti Daunei Junior interpretando Roberti Daunei Junior (vulgo Iron Man 1 e 2), Edward Norton dando THIS IS SPAAAAAAAARTA no cara de Lie to Me (vulgo The Incredible Hulk), o filme da Natalie Portman da Marvel (vulgo Thor) e o filme do cara que leva banana no rabo em filmes de comédia (vulgo Capitão América)

Clique aqui para download direto do arquivo (aperte com o botão direito, selecione "salvar link como")
Em memória de Beethoven, a.k.a. o supercão, que durante vários episódios atrapalhava alegrava nossa gravação com seus latidos. Descanse em paz garoto.
Links do podcast:
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Até a próxima, pessoal!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

CdFCast 8: Dragon Ball

Olá amigos ouvintes, já dizia o poeta: "Recordar é viver!" então venha conosco hoje reviver a Aventura Fantástica (só os fortes entenderão). Neste episódio vamos relembrar a história de Dragon Ball, comentada e revisada pela mesa: Ikari, Nappa_ e Katabrok. Diretamente de nossos estúdios (onde o radar do dragão não funciona). Hoje temos um dos podcasts que mais foi solicitado pelo nosso público: a infância de Goku ao lado de seus amigos e começo de sua fase adulta.


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No mais, até a próxima pessoal!
A famigerada cena censurada de Dragon Ball:
OBS.: Peço gentilmente aos leitores do blog e ouvintes do podcast não confundir isto:
ou isto:
com isto:
Muito obrigado aos que entenderem que o conteúdo desta última imagem não é, e nunca poderá ser considerado parte do universo de Dragon Ball.

sábado, 7 de abril de 2012

CdFCast 6: Recomendações de Livros I


Os ouvintes desta vez poderão conferir: Ikari, Ravel, Nappa_ e Katabrok com incríveis e sensacionais recomendações de livros, pontos fracos e fortes destas mesmas recomendações e uma acalorada discussão por causa de pontos de vista divergentes. Ouça o programa, aceite ou rejeite as recomendações, concorde ou discorde de nossos pontos de vista nos comentários e veja o circo pegar fogo quando agulhadas em determinados autores podem virar um verdadeiro campo de guerra.


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Até a próxima, pessoal!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Street Fighter x Tekken


 O próximo jogo da franquia da Capcom vem chegando com belas novidades, sendo a principal a participação de personagens da série Tekken da Namco.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Eu Recomendo: Bem vindo de Volta, Frank

Eu não sei se vocês, assim como eu, acham que no mundo dos quadrinhos existe um desequilíbrio entre a popularidade dos heróis e os anti-heróis. Esse post não é exatamente sobre essa velha discussão (fica para um próximo), mas eu acho extremamente necessário pensar nisso quando vou escrever qualquer coisa sobre Frank Castle, o Justiceiro.

O cara participou do Vietnã, teve a família morta e colocou na cabeça aquela máxima "bandido bom é bandido morto". E isso é 50% da história da maioria dos anti-heróis. Claramente, o Justiceiro é um cara perturbado, mas ao invés de ser um louco de carteirinha, ele ainda se apega aos seus valores. Nunca inocentes, nem aqueles que protegem os inocentes. Frank se agarra aos seus últimos resquícios de sanidade e não se deixa corromper jamais. E talvez por isso todo mundo goste dele (ou isso ou ele sair metendo tiro em todo mundo...).


Mas o por que desse fala-fala sem sentido? Simples, nobre padawan: na saga "Welcome Back, Frank" é justamente isso que vemos. O Justiceiro simples e cru. Não sei vocês, mas nunca fui um ávido consumidor de histórias do Justiceiro. Me contentava apenas com suas participações nas histórias do Homem-Aranha, Demolidor e algumas participações especiais com outros heróis.

Nessa saga, lançada no Brasil lá pelos longínquos anos de 2000/2001, vemos apenas Frank vs Bandidos. Ele escolhe um alvo para começar e vai até o final. O vilão (no caso,vilã) da história é a Mama Gnucci, uma mafiosa italiana, que tem meia New York no bolso. A saga começa com um flashback de segundos atrás, um bandidinho de meia tigela contando como o Justiceiro matou todo mundo, deixou ele vivo e mandou o cara largar essa vida (além de um "e vê se corta o cabelo"). Lógico que o maluco só pensava na quantidade de drogas e dinheiro que ele tinha a sua disposição. Pena para ele que, assim como o leitor, o Justiceiro sabia que ele não ia deixar as drogas ali e iria mudar de vida. Pior para ele. Frank Castle voltou.

Nas edições seguintes o que vemos é a guerra de um homem só contra a máfia. Tiroteios em necrotérios, zoológicos, no meio da rua, dentro do prédio... é ação "massa veio" para ninguém botar defeito. O filme The Punisher (2004) é descaradamente baseado nesse arco do Justiceiro, só que ao invés da Mama Gnucci, colocaram o John Travolta, misturando a origem do Justiceiro com o personagem do Travolta. E, aqui entre nós, ficou uma bela bosta a história do filme.

E abrindo um parênteses curto, eu me pergunto como eles conseguiram cagar tanto uma história fechada e muito boa. O Justiceiro do filme é apenas um policial abalado (que enche a cara de pinga nas horas vagas) que busca vingança. Nos quadrinhos, Frank está atrás de justiça. É... nunca entenderei as mentes dos produtores de Hollywood. Não é difícil fazer um filme do Justiceiro! Pelo menos metade dos filmes do anos 80, se você trocar o nome dos heróis por Frank Castle, já daria um filme foda do Justiceiro.

Eu poderia contar muitas coisas sobre essa HQ (na verdade, cheguei a escrever um resumão da história, mas deletei tudo conscientemente), mas aí perderia o sentido de recomenda-la. Se você gosta do Justiceiro, com certeza conhece essa HQ. Se você ainda não leu, eu recomendo ela. Depois da traumatizante saga "Fim dos Dias" (que é motivo de piada logo na primeira hq dessa saga), "Welcome Back, Frank" é uma desculpa com classe da Marvel para os fãs de Frank Castle.

O roteiro e arte ficam por conta de Garth Ennis e Steve Dillon respectivamente, dois artistas monstruosos. A arte final fica por conta de Jimmy Palmiotti. Tim Bradstreet assina todas as capas, e só por isso você já deveria ter essas revistas na sua coleção.